Como diria o inveterado jogador de truco, que apostou o que não deveria: "A história foi começada assim..."
Ao final de uma fatídica quinta-feira, dia de entrega de um tal de Black Jack, estou eu a chegar em casa muito cansado e louco para dormir. Naquele momento, eu estava preparado para muitas coisas, visto que a semana foi estafante e muito cansativa, mas eu não estava preparado para o que eu viria logo a seguir, ao final dos espiralados degraus defronte à minha aconchegante sala. Ao abrir a grande porta de vidro, dei de cara com uma bichana sentada em minha acolchoada cadeira. Ou melhor, a gata estava confortavelmente rescostada na cadeira e olhava para mim prestes a dizer: "... isso são horas de chegar?" Bem, dei graças a Deus que gatos não falam, porque se falassem, aquela gata iria dizer algo parecido!
Mas isso não foi tudo! Ainda teríamos outros instigantes fatos a desenrolar. Após uma noite de profundo e revigorante sono, acordo neste dia em que lhes relato essas memórias e quando abro a porta de meu quarto, escuto estridentes latidos de uma cachorrinha a ladrar na frente da casa. No mesmo momento, olho por entre os transparentes vidros da porta da sala e vejo dois lindinhos cachorrinhos brincando com uma coberta e latindo insistentemente. Mas ainda havia mais, meus curiosos colegas. Ainda havia ele . . . Ainda havia o pássaro. . . Ainda havia o grande pássaro gigante a bicar as amorfas telhas defronte à sala. Bem, na verdade mesmo, parecia ser um filhote de pardal, mas o barulho que fazia ao bicar as telhas, fez-me pensar que se tratava de um fabuloso australopithecus di bicus gigantus, ou coisa grandemente parecida.
Neste momento, algo diferente aconteceu. Eu fui tocado pela luz do sol e cheguei à luminosa conclusão: hoje acordei no zoo . . .
Bem caros colegas, essas são minhas primeiras memórias em nosso diário de bordo do CT2. Em breve teremos mais histórias para contar. . .
Saturday, October 18, 2008
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